Quando tudo começou: o despertar da minha curiosidade pela mente humana.

Nem sempre a gente nasce sabendo o que quer. E tudo bem. Eu mesma precisei testar, errar, desistir e recomeçar até entender o que fazia sentido de verdade pra mim. Nesse post, conto como descobri minha paixão pela mente humana e como essa descoberta mudou tudo.

Pra começar, eu sempre disse que queria fazer Medicina. Mas, com o tempo, mudei de ideia várias vezes — e nem sempre tive tanta certeza assim. Já pensei em ser cabeleireira, manicure, e até passei um bom tempo achando que queria fazer advocacia. Aos poucos, fui percebendo que não tinha nada a ver comigo (embora eu seja bem mais de humanas do que de exatas).

Depois de pensar bastante, voltei pra Medicina. Mudei de opinião algumas vezes, mas sempre voltava pra ela, como se fosse algo que me puxava. Por um tempo, pensei que queria fazer pediatria. Mas recentemente percebi que aquela área não era pra mim. Apesar de ser encantadora, sabe quando você sente que aquele lugar simplesmente não é o seu? Foi exatamente o que eu senti.

Aos poucos, fui reparando no que me fazia brilhar o olho de verdade: eu amava conversar com as pessoas, refletir, entender o que elas sentem, pensam, e por que agem de certas formas. Quando me dei conta disso, a resposta veio quase sozinha: psicologia ou psiquiatria. Mas como psicologia não envolve cursar Medicina, descartei essa opção — porque se tem uma coisa que eu sei com toda a certeza do mundo, é que eu quero Medicina.

Então só restou uma escolha, e foi aí que tudo fez sentido: psiquiatria. Quando comecei a pesquisar sobre a área, senti como se estivesse em casa. Era exatamente isso. E foi questão de tempo até começar a me preparar de verdade — inclusive criando esse blog.

Com o tempo, a neurociência também entrou na minha vida como um bônus incrível. E hoje eu percebo que tudo isso — psiquiatria, mente, emoções, comportamento — me toca de um jeito que nada mais toca. Ainda estou no começo, mas dessa vez, com o coração em paz.

O mais curioso é que, olhando pra trás, tudo isso sempre esteve em mim: a vontade de ouvir, de entender o outro, de buscar um sentido por trás das palavras e dos silêncios. Só demorou um pouco pra eu enxergar isso com clareza.


Por hoje é isso. No próximo post, a gente continua esse papo sobre a mente, a vida e tudo que nos faz sentir.

Se você curte esse tipo de conteúdo mais real, íntimo e cheio de pensamento, me acompanha lá no Instagram: @buscajovemporleticia — tô sempre compartilhando reflexões, descobertas e tudo que envolve essa jornada pela mente humana.

Obrigada por estar aqui 💚 até já.

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